O produtor e realizador Óscar Gil defendeu, em Luanda, que as embaixadas angolanas devem realizar actividades culturais e artísticas que ajudem a promover o cinema nacional nos países onde estão representados.
O cineasta, que falava à margem da Festa do Cinema Italiano que decorreu na semana passada, no Camões – Centro Cultural Português, justifica que, deste modo, as embaixadas estariam a contribuir para dar a conhecer as tradições e cultura nacional, por via do cinema nacional.
Na mesma linha, disse que, se possível, deveriam promover formações para a capacitação dos realizadores e actores angolanos de cinema, como forma de os projectá-los nos exterior.
O evento, que encerrou na quinta-feira, com o filme “O Sol do Futuro”, da realizadora Nanni Moretti, demonstra que convidou o público a viajar para a grande importância da sétima arte na educação das sociedades e da própria história do cinema.
Em declarações à imprensa, o embaixador da Itália em Luanda, Cristiano Gallo, explicou que a cinematografia “é uma expressão muito alta da cultura de um país e projectam filmes que testemunham a evolução da sociedade italiana”. O diplomata fez um balanço positivo dos três dias de actividades, em que foram exibidos filmes italianos.
Fonte: JA